Profe Indianara

sábado, março 31, 2007

Desafios e espectativas para 2007

Estava ansiosa para recomeçar com os trabalhos da UFRGS!

Espero que este semestre seja de muita troca de idéias, tanto no meio tecnológico como no nosso meio profissional.

O grupo está bastante unido, e parece que os professores sentem isso, tanto que nos apresentaram a mensagem "A duas mãos", onde percebemos que a solidariedade é fundamental para o curso que fazemos. Apesar de estar um pouco mais segura em relação a este semestre, espero muito a ajuda de minhas colegas, tutoras e professores. Superar o que eu ainda não sei e que meu trabalho seja reconhecido!

Um bom trabalho a todos nós!!!

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Reflexão


O ALPINISTA


Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios.
Ele resolveu depois de muitos anos de preparação, escalar o Aconcágua. Mas ele queria a glória só para ele, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade. Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porém ele não havia se preparado para acampar, resolveu seguir a escalada, decidido a atingir o topo. Escureceu e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz. Não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua, e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma “parede” a apenas 100 metros do topo ele escorregou e caiu... Caía a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela forca da gravidade. Ele continuava caindo... E nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos tristes e felizes que ele já havia vivido em sua vida... De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade...Shack! Como todo o alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura. Nesses momentos de silêncio, suspendido pelos ares na completa escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar:
-Ó, meu Deus, ajude-me!!! De repente uma voz grave e profunda vinda do céu respondeu:
-O que você quer de mim, meu filho?
-Me salve meu Deus, por favor!
-Você realmente acredita que eu possa te salvar?
-Eu tenho certeza, meu Deus!
-Então corte a corda que te mantém pendurado...
Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso morreria... O pessoal de resgate conta que no outro dia encontrou congelado, morto, agarrado com forca, com as duas mãos a uma corda... a tão somente DOIS METROS DO CHÃO...

quinta-feira, janeiro 04, 2007

ECS10 - SER PROFESSORA

Logo que foi postada atividade para realizarmos eu achei que havia criado a minha página, porém alguma coisa aconteceu que ao abrir, ela aparecia com parte de meu nome (será que alguém andou mexendo onde não devia?), pois ao reeditar o meu nome, a parte que havia postado anteriormente APARECEU!
Confusões à parte, é muito interessante e proveitoso este espaço para conhecer melhor nossas colegas de profissão e ler os relatos que elas fazem de suas experiências e refletir sobre a minha como educadora.
A minha formação como educadora foi de uma forma tradicionalista, muito diferente do que o educador Paulo Freire vê como uma verdadeira educação; e foi desta forma tradicional que eu iniciei na profissão docente.Mas como o ser humano está sempre em busca de aprendizado, vejo que o Pead vem me ajudando bastante ao me fazer refletir sobre as minhas práticas em sala de aula e me motivando ao realizar uma educação de qualidade.

domingo, dezembro 17, 2006

A implementação de políticas educacionais no Brasil

A gestão democrática da escola, os materiais didático-pedagógicos e a formação do professor são fatores determinantes para a qualidade social da educação, que forma indivíduos críticos e criativos, preparados para o pleno exercício da cidadania. É com esse objetivo que o Departamento de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental formula políticas educacionais, propõe e coordena suas ações.
Apesar de Akkari em “Desigualdades educativas estruturais no Brasil: entre Estado, privatização e descentralização” ter uma visão negativa, hoje, os governos federal, estadual e municipal, estão mais do que nunca, voltados para a educação básica. Com o apoio de entidades e projetos governamentais como o FUNDEF, visando a autonomia, a colaboração, a participação, a igualdade de oportunidades e a inclusão social. A formulação das políticas educacionais é feita com a participação dos sistemas de ensino, órgãos governamentais, organizações não governamentais e organismos internacionais como a UNICEF. A arrecadação da receita global (15%) de Estados e municípios fica reservados ao ensino fundamental, de acordo com o número de alunos atendidos em cada rede de ensino.
A oferta de ensino fundamental a toda a população do Estado, é ponto crucial deste Plano Estadual de Educação a erradicação do analfabetismo, o acesso e a permanência de todos, crianças, jovens e adultos na escola, que ainda se encontrem em situação de não-escolaridade.
O real comprometimento de todos os profissionais e gestores da educação, em todos os níveis, deve ser a base para a cidadania na busca de uma sociedade que respeite as diferenças e os direitos sociais como valores, se os objetivos forem levados a sério, o dinheiro será bem investido e a educação só tem a ganhar. A oferta de cursos de habilitação, conforme a legislação, para todos os profissionais do Magistério precisa ser seguida pela formação continuada dos professores.
Para que se tenha um ensino fundamental de qualidade, não bastam apenas ações pedagógicas. Há, também, a necessidade de se destinarem verbas para adaptação das escolas aos padrões mínimos de infra-estrutura, já previstos no Plano Nacional de Educação. Há que se contemplar a reforma e a manutenção de prédios, a atualização e a ampliação de acervo das bibliotecas, o mobiliário, os equipamentos pedagógicos e os recursos tecnológicos. Podemos sentir aqui no município de Sapiranga, que estão usando bem estes recursos, pelo padrão que todas as escolas deste município representam, a capacitação anual de professores e os projetos implementados freqüentemente.
A educação, neste nível de ensino, precisa ser fator de integração social, em que a inclusão de portadores de necessidades educacionais especiais no ensino regular seja realizada com o atendimento de profissionais docentes e multidisciplinares qualificados e com a oferta de recursos físicos e pedagógicos adequados.
Nesse contexto, sobressai a necessidade de valorização do aluno em sua totalidade, abrangendo as dimensões cognoscitivas, sociais, psicológicas, afetivas e regionais. Privilegiar a aprendizagem e o desenvolvimento do educando através de um trabalho contínuo, integrado e contextualizado no processo de construção do conhecimento, de modo a se oferecer uma educação humanizadora, deverá contar, também, com a participação da comunidade, em que se possa construir uma educação comprometida com o desenvolvimento social.

terça-feira, dezembro 05, 2006

Ser professor - ser professora

Já estou postada no wikistórias.
O livro de Paulo Freire realmente nos faz refletir...

quarta-feira, novembro 22, 2006

Perspectivas do curso do Grupo ECS8

As colegas se mostram mais tranquilas, principalmente ao manusear o computador, mas o encanto pelo curso continua, as atividades são interessantes e diversificadas, assim como a nossa motivação para nos aperfeiçoarmos como educadoras.

domingo, novembro 19, 2006

ECS 9 - Marx II (texto inicial)

Introdução:
Na época de Marx e Engels, as críticas que faziam ao ensino e as outras áreas da Sociologia, mostram que muitos dos problemas enfrentados pelo nosso mundo globalizado, na sua essência, são os mesmos; o mundo dá voltas, mas permanece no mesmo lugar...
http://www.ufrgs.br/tramse/pead/colabc/2006/11/ecs-9-marx-ii-grupo-letra-c.html